Durante o tratamento, meu corpo mudou, e com ele, a forma como eu me enxergava.
Mas, com o tempo, entendi que a essência permanece:
a mulher que sente, que ama, que luta e que recomeça continua a mesma.
Aceitar as transformações faz parte da cura.
O corpo pode mudar, mas o que realmente importa nunca se perde, apenas se renova.
Amar o corpo em todas as fases é também uma forma de autocuidado.
