Na fase mais difícil, a alimentação foi o meu abraço.

Durante o tratamento, meu corpo mudou e minha relação com a comida também.
Houve dias em que eu não tinha fome, em outros nada caía bem…
Mas entendi que, mais do que nunca, eu precisava me nutrir e não apenas me alimentar. 💗

Comecei a adaptar as refeições, priorizar o que eu conseguia comer com leveza: caldos, frutas, alimentos naturais e ricos em nutrientes.
E cada garfada era um lembrete de que o cuidado com a alimentação também era parte da minha cura.

Isso me ajudou a ter mais energia, a diminuir os efeitos colaterais e, principalmente, a olhar para a comida com mais amor e respeito.

Comer bem, naquela fase, era sobre me fortalecer, me acolher e seguir um dia de cada vez.

Hoje eu ensino isso todos os dias: a comida é ferramenta de saúde, força e recomeço.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *